"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso"

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA

O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA
Autor: Olavo de Carvalho / Organizador Felipe Moura Brasil
Editora: Record
Assunto: Aspectos políticos, sociais, jornalísticos.
Edição: 2ª
Ano: 2013
Páginas: 615

Sinopse: Há tempos que a obra jornalística de Olavo de Carvalho – o maior filósofo brasileiro – merecia uma leitura reunida como esta, lapso intelectual imperdoável, a que só mesmo a organização de um livro como este poderia responder.

Escritos entre 1997 e 2013 e publicados em diferentes jornais e revistas do país, os 193 textos aqui selecionados, artigos e ensaios de consistência e profundidade só muito raramente esboçadas na imprensa nacional, esmiúçam os fatos do cotidiano – as notícias, o que nelas fica subentendido, ou o que delas passa omitido, o centro das questões, o que verdadeiramente importa e implica – para final destrinchar, sem dó, a mentalidade (ou seria a cegueira?) brasileira e sua progressiva inclinação pelo torpor e pela incompreensão.
O pensamento de Olavo de Carvalho, corajoso, independente, original e esclarecedor, ademais costurado por uma prosa de estilo único, é aqui beneficiado pelo extraordinário trabalho de Felipe Moura Brasil, cuja organização primorosa – ao que se somam o texto de apresentação e as centenas de notas – oferece os melhores instrumentos para uma leitura que ao mesmo tempo provoca e apraz.

Sobre o Autor:

Olavo de carvalho (1947) é um filósofo, ensaísta, jornalista e professor brasileiro. Considerado um polemista e um dos poucos representantes do pensamento conservador no Brasil. Escreve e edita o jornal online Mídia sem Máscara. Sua crítica focaliza-se no combate ao comunismo, ao meio intelectual brasileiro, aos grupos de esquerda e à chamada Nova Ordem Mundial.
Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (1947) nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 26 de abril de 1947. Começou a sua carreira como jornalista na Empresa Folha da Manhã S/A e posteriormente trabalhou na revista Planeta. Foi articulista dos jornais Folha de São Paulo e O Globo, e da revista Bravo.
Olavo de Carvalho chegou a estudar filosofia na PUC do Rio de Janeiro, mas não terminou o curso, que foi extinto, por conta da morte do professor e diretor do curso Pe. Stanislavs Ladusans. Ainda assim, escreveu e apresentou dois trabalhos acadêmicos: "Estrutura e Sentido da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Mário Ferreira dos Santos" e "Leitura Analítica da 'Crise da Filosofia Ocidental' de Vladimir Soloviev".
Olavo de Carvalho optou, em contraponto às atividades jornalísticas, pelo estudo da filosofia de forma autodidata. Estudou bastante religiões comparadas, astrologia tradicional (atuou como astrólogo e criou uma leitura astrológica própria, a astrocaracterologia). Estudou as artes liberais, modelo de iniciação aos estudos superiores medievais. Assim que estava preparado, passou a elaborar apostilas que se tornariam livros e a atuar como professor por conta própria em aulas particulares.
A partir dos anos 90, publicou seus escritos em livros, entre eles: “Aristóteles em Nova Perspectiva: introdução à Teoria dos Quatro Discursos" (1996), “O Imbecil Coletivo: Verdades Inculturais Brasileiras” (1996) (best-seller que tinha como teor, a crítica aos intelectuais e formadores de opinião brasileiros), O Jardim das Aflições: De Epicuro à Ressurreição de César - Ensaio Sobre o Materialismo e a Religião Civil (2000), "O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota" (2013).
Uma das principais ideias de Olavo de Carvalho é de que a consciência do indivíduo deve ser preservada do coletivismo representado pelo estado, pelas instituições e meios de comunicação ou quaisquer grupos de opinião. É declaradamente um pensador de ordem conservadora que combate a tirania das ditaduras e do comunismo.
Olavo de Carvalho vive nos EUA, de onde escreve para o Jornal impresso, Diário do Comércio e para o jornal online Mídia sem Máscara. Realiza aulas de filosofia presenciais e online, além de escrever ensaios. A obra filosófica e ensaística de Carvalho possui cerca de 21 livros publicados.

COMENTÁRIO SOBRE O LIVRO



APRESENTAÇÃO DO LIVRO


  

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A ERA DOS ASSASSINOS


A ERA DOS ASSASSINOS
Autor: YURI FELSHTINSKY
Tradutor: MARCELO SCHILD
Editora: RECORD
Edição:
Ano: 2008
Nº de Páginas: 392

SINOPSE
Todos os métodos (lícitos e ilícitos) do russo mais poderoso neste século estão nessa biografia de Vladimir Putin. Baseado em uma pesquisa de cinco anos, Felshtinsky conta como uma implacável corporação secreta reivindicou a Rússia e cometeu atrocidades sob a tutela de Putin, durante os oito anos de sua presidência.
DESCRIÇÃO
O século XX entrou na história como uma era de tiranos. Stálin, Hitler, Mussolini, Mao. Grandes e pequenos, extremos e moderados, comunistas e nacionalistas. O russo Vladmir Putin representa um fenômeno completamente novo. Todos os demais ditadores tinham motivação própria e foram autonomeados. Tomaram o poder arriscando suas vidas e o mantiveram superando dificuldades ainda maiores. Putin não lutou para obter o cargo de presidente. Foi selecionado pelo Serviço de Segurança Federal da Rússia (FSB), o serviço secreto que substituiu o KGB soviético.
Yuri Felshtinsky e Vladimir Pribilovski apresentam, em A ERA DOS ASSASSINOS, um relato controvertido do que aconteceu depois que, em 2000, Vladimir Putin se tornou o segundo oficial russo do serviço secreto alçado ao posto de líder da nação. Com base em pesquisas meticulosas empreendidas ao longo de cinco anos, os autores narram a história explosiva de como uma implacável corporação secreta de mais de 300 espiões de alto escalão reivindicou o maior país do mundo, sob a liderança de Putin. Suspeito de inúmeros crimes, incluindo os assassinatos de Alexander Litvinenko e Anna Politkovskaya, Putin jamais respondeu à justiça. Como é possível? Putin é ou não um déspota? Por que Dmitri Medvedev, o arquiteto legal de parcerias comerciais secretas entre Putin e criminosos condenados, foi apontado para o cargo de próximo presidente da Rússia? As respostas estão com o serviço secreto russo, um instrumento impiedoso de opressão cujo objetivo é controlar, subjugar, destruir e matar. Instituído por Lênin em 1917, manteve sua natureza intocada mesmo após o fim do comunismo. Em A ERA DOS ASSASSINOS, Felshtinsky e Pribilovski revelam a verdade sobre o reinado de Putin e o time de agentes da FSB que o apóiam. Após a leitura das revelações, não parece restar dúvida de que, por trás da fachada democrática, a Federação Russa guarda segredos que podem mudar a dinâmica das relações internacionais.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

A MENTE ESQUERDISTA


A MENTE ESQUERDISTA: As causas psicológicas da loucura política
Título original: Liberal Mind – The Psychological Causes of PoliticaL Madness
Autor: Dr. Lyle H. Rossiter
Tradução: Flávio Quintela
Editora: Vide Editorial
Assunto: 1. Ideologias políticas. 2. Desordens Mentais
Edição: 1ª
Ano: 2016
Páginas: 500

Sinopse: A Mente Esquerdista traz o primeiro exame profundo da loucura política mais relevante em nosso tempo: os esforços da esquerda radical para regular as pessoas desde o berço até o túmulo. Para salvar-nos de nossas vidas turbulentas, a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade, e se rebela contra os deveres da cidadania. Através de direitos múltiplos para bens, serviços e status social não adquiridos, o político de esquerda promete garantir o bem-estar material de todos, fornecendo saúde para todos, protegendo a autoestima de todos, corrigindo todas as desvantagens sociais e políticas, educando cada cidadão, assim como eliminando todas as distinções de classe. O esquerdismo radical, assim, ataca os fundamentos da liberdade civilizada. Dadas as suas metas irracionais, métodos coercitivos e fracassos históricos, juntamente aos seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento do caráter, não pode haver dúvida da loucura contida na agenda radical. Só uma agenda irracional defenderia uma destruição sistemática dos fundamentos que garantem a liberdade organizada. Apenas um homem irracional iria desejar o Estado decidindo sua vida por ele, ao invés e criar condições de segurança para ele poder executar sua própria vida. Só uma agenda irracional tentaria deliberadamente prejudicar o crescimento do cidadão em direção à competência, através da adoção dele pelo Estado. Apenas o pensamento irracional trocaria a liberdade individual pela coerção do governo, sacrificando o orgulho da autossuficiência para a dependência do bem-estar. Só um louco iria visualizar uma comunidade de pessoas livres cooperando e ver nela uma sociedade de vítimas exploradas pelos vilões. (Amazon)

Excerto: “A agenda esquerdista é a neurose esquerdista transformada em manifesto. Ela não é um programa racional para a organização da ação humana. É, em viz disso, um conglomerado irracional de defesas neuróticas que os esquerdistas modernos utilizam para seu equilíbrio mental e emocional”.

O autor: Lyle H. Rossiter estudou medicina e psiquiatria na Universidade de Chicago. Serviu por dois anos como psiquiatra no Exército dos EUA. Especializado tanto em psiquiatria geral como forense, por mais de quarenta anos diagnosticou e tratou desordens mentais. Atualmente, nos seus estudos, analisa com interesse especial as patologias de personalidade, suas origens e desenvolvimento. Em função da grande experiência que adquiriu no campo do diagnóstico e tratamento de doenças mensais, Dr. Rossiter é muito requisitado por inúmeros órgãos públicos, tribunais e advogados particulares como psiquiatra forense, já tendo prestado consultoria em mais de 2.700 casos civis e criminais na Justiça dos EUA.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

UMA LIÇÃO PARA ESQUERDISTAS, SOCIALISTAS, MARXISTAS E COMUNISTAS

            “Havia Eru, o Único, que em Arda é chamado de Ilúvatar. Ele criou os Ainur, os Sagrados, gerados por seu pensamento, e eles lhe faziam companhia antes de tudo o mais fosse criado. E ele lhes falou, propondo-lhes temas musicais; e eles cantaram em sua presença, e ele se alegrou. Entretanto, durante muito tempo, eles cantaram cada um sozinho ou apenas alguns juntos, enquanto os outros escutavam; pois cada um compreendia apenas aquela parte da mente de Ilúvatar da qual havia brotado e evoluía devagar na compreensão de seus irmãos. Não obstante, de tanto escutar, chegaram a uma compreensão mais profunda, tornando-se consonantes e harmoniosos.
            E aconteceu de Ilúvatar reunir todos os Ainur e lhes indicar um tema poderoso, desdobrando diante de seus olhos imagens ainda mais grandiosas e esplêndidas do que havia revelado até então; e a glória de seu início e o esplendor de seu final tanto abismaram os Ainur, que eles se curvaram diante de Ilúvatar e emudeceram.
            Disse-lhes então Ilúvatar: - A partir do tema que lhes indiquei, desejo agora que criem juntos, em harmonia, uma Música Magnífica. E, como eu os inspirei com a Chama Imperecível, vocês vão demonstrar seus poderes ornamentando esse tema, cada um com seus próprios pensamentos e recursos, se assim o desejar. Eu porém me sentarei para escutar; e me alegrarei, pois, através de vocês, uma grande beleza terá sido despertada em forma de melodia.
            [ ... ]
... Enquanto o tema se desenvolvia, no entanto, surgiu no coração de Melkor o impulso de entremear motivos da sua própria imaginação que não estavam em harmonia com o tema de Ilúvatar; com isso procurava aumentar o poder e a glória do papel a ele designado. [ ...] Muitas vezes, Melkor penetrava sozinho nos espaços vazios em busca da Chama Imperecível, pois ardia nele o desejo de dar Existência a coisas por si mesmo; e a seus olhos Ilúvatar não dava atenção ao Vazio, ao passo que Melkor se impacientava com o vazio. E, no entanto ele não encontrou o Fogo, pois este está com Ilúvatar. Estando sozinho, porém, começara a conceber pensamentos próprios, diferentes daqueles de seus irmãos.
            [ ... ]

            Então, falou Ilúvatar e disse: - Poderosos são os Ainur, e o mais poderoso dentre eles é Melkor; mas, para que ele saiba, e saibam todos os Ainur, que eu sou Ilúvatar, essas melodias que vocês entoaram, irei mostrá-las para que vejam o que fizeram. E tu, Melkor, verás que nenhum tema pode ser tocado sem ter em mim sua fonte mais remota, nem ninguém pode alterar a música contra a minha vontade. E aquele que tentar, provará não ser senão meu instrumento na invenção de coisas ainda mais fantásticas, que ele próprio nunca imaginou.”

domingo, 14 de janeiro de 2018

OS GRITOS DO SILÊNCIO

OS GRITOS DO SILÊNCIO
Título original: The Killing Fields
Gênero: Guerra
Atores: Sam Waterston, Dr. Haing S. Ngor, John Malkovich, Julian Sands, Craig T. Nelson, Athol Fugard, Spalding Gray, Bill Paterson, Ira Wheeler, Joan Harris.
Direção: Rolland Jofé
País: Inglaterra
Ano de produção: 1984
Duração: 141 min.

Sinopse: Sydney Schanberg é um jornalista do 'New York Times' enviado ao Camboja, em 1972, como correspondente de guerra. Ali, conhece Dith Pran, um nativo que se torna seu guia e intérprete. Juntos, são os únicos homens da imprensa a presenciarem, em agosto de 1973, ao escandaloso resultado do errôneo bombardeio sobre o povoado de Neak Luong pelos B-52 americanos.
Em março de 1975, a capital Phnom Penh começa a sofrer ações terroristas do Khmer Vermelho, ao mesmo tempo em que passa a abrigar mais de 2 milhões de refugiados. Quando o governo cambojano cai, os EUA retiram-se do País, e toda a família de Pran emigra para a América, com exceção dele, que fica ao lado de Schanberg, para ajudá-lo a cobrir os novos acontecimentos. Os dois refugiam-se na Embaixada inglesa, mas quando tentam abandonar o País, o novo exército revolucionário não permite a saída de Pran, que é enviado para um Campo de Reeducação Rural.
Nos EUA, Schanberg ganha o Prêmio Pulitzer por seu trabalho, quando da cobertura da tomada de Phnom Penh.
Sem notícias do amigo e na ânsia de reencontrá-lo, Sydney envia correspondências com fotos de Pran para veículos de comunicação de todo o mundo, órgãos mundiais como a Cruz Vermelha e postos da fronteira com o Camboja.
Pran cuidava do filho de um líder do Khmer e, por isso, acaba conquistando sua simpatia. O líder é morto ao tentar conter o genocídio e pouco depois de sugerir a Pran que fuja com seu filho. Na fuga, o garoto e um dos amigos são mortos por uma mina. Pran consegue chegar à fronteira do Camboja sozinho e, logo depois, encontra-se com Schanberg. Finalmente, viaja com o amigo para o reencontro com a família.

Comentários: Este filme foi baseado em fatos reais. Relata as crueldades contra a população civil durante a guerra no Camboja, mostra os horrores de uma ditadura de esquerda e desnuda a verdadeira face do comunismo, a lavagem cerebral de jovens imberbes e as suas irracionalidades independente de sexo. Mostra, ainda, a hipocrisia ocidental diante dos crimes cometidos por ditaduras longínquas e o papel do jornalista em meio à guerra. Na verdade o que aconteceu no Camboja não pode ser classificado como uma guerra pura e simplesmente, foi mais terrível que isso; foi um genocídio contra civis para firmar o novo regime de esquerda no país e na região.
(Pol Pot o comunista carniceiro cabojano) O território do Camboja (também conhecido internacionalmente, durante alguns anos, como Kampuchea). Diversos conflitos causaram a morte de milhões de cambojanos nas últimas décadas. O mais sangrento deles ocorreu durante o domínio da facção de esquerda Khmer Vermelho, liderada por Pol Pot, na década de 1970.
Em março de 1974, forças do Khmer Vermelho capturaram a cidade de Odongk, ao Norte de Phnom Penh, destruindo-a e dispersando os seus 20.000 habitantes pelo interior do país. Dando seguimento a estas "atividades de limpeza", passaram a executar os professores e funcionários públicos. Em uma pequena vila chamada Sar Sarsdam, pessoas foram assassinadas, incluindo-se mulheres e crianças, dentre inúmeras outras ocorrências mencionadas. Estas histórias, na época, eram consideradas como sendo propaganda anticomunista, pela imprensa ocidental e muitas outras organizações internacionais. Nesta época, o território cambojano passa a ser utilizado como refúgio pelas tropas norte-vietnamitas e por guerrilheiros comunistas do Vietnã do Sul.
Resultado final: De 7 milhões de cambojanos, 3 milhões de mortos para a ascensão dos comunistas ao poder.
Onde estava a ONU? Onde estava a imprensa mundial?
Baseado em fatos reais, "Gritos do Silêncio" é um excelente drama sobre o jornalismo, a amizade, a sobrevivência e os horrores da guerra civil do Camboja.
Enfim, trata-se de um filme imperdível.

TEMAS: Khmer Vermelho, comunismo, jornalismo, genocídio, história.
Realizado pelo cineasta Roland Joffé, "Gritos do Silêncio" tem todos os ingredientes necessários a um grande filme: um ótimo roteiro, uma direção acima da média, a brilhante fotografia de Chris Menges, um excelente trabalho de edição, uma boa trilha sonora e as magníficas atuações de Sam Waterston e, principalmente, de Haing S. Ngor.

Dith Pran 

Nota: Dith Pran, faleceu em Nova Jersey, nos Estados Unidos, no dia 30/3/2008 vítima de um câncer no pâncreas. Hoje (9-4-2008) ele foi homenageado no parlamento e receberá 

Dith Pran no Camboja.






TERNURA COMUNISTA DO KHMER VERMELHO NO 
CAMBOJA












quinta-feira, 23 de novembro de 2017

OS DIÁLOGOS ENTRE NAPHTA E SETEMBRINI

No livro A Montanha Mágica Thomas Mann colocou dois personagens como emblemas da modernidade: Naphta e Setembrini. O primeiro sacerdote jesuíta, o segundo membro da loja maçônica carbonária. Os irmãos siameses da modernidade.

 

sábado, 28 de outubro de 2017

IDEOLOGIA DE GÊNERO: O FIM ESTÁ PRÓXIMO

IDEOLOGIA DE GÊNERO: O FIM ESTÁ PRÓXIMO

Estamos cada vez mais próximos de que a Ideologia de Gênero seja eliminada na BNCC.
Leia com atenção não só a matéria abaixo, como baixe também todos os vídeos e documentos listados. Não se trata apenas de informação.
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1. SESSÃO ESPECIAL DE HOMENAGEM À FAMÍLIA NO AUDITÓRIO NEREU RAMOS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
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Esta quarta feira dia 25 de outubro de 2017 foi realizada uma Sessão Especial de Homenagem à Família no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados de Brasília, simultaneamente ao início do processo de impeachment do presidente Temer no auditório principal.
O presidente da Câmara Rodrigo Maia ausentou-se temporariamente da coordenação do Impeachment para comparecer à cerimônia e fêz um pequeno discurso contra a inclusão da ideologia de gênero na BNCC.
Em seguida o deputado Diego Garcia aproveitou para interromper o cerimonial e pedir a todos os deputados presentes e grande número de ouvintes de Brasília e de Goiás para entregar ao presidente Rodrigo Maia o requerimento REQ 7331/2017 que pede que o Projeto de Lei 4486/2016 de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB/RN) que altera o Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014), exigindo que a Base Nacional Comum Curricular - BNCC, não possa ser aprovada mediante simples homologação do Ministério da Educação, mas tenha que ser votada e aprovada primeiro pelo Congresso Nacional. Neste caso, os deputados e senadores poderiam emendar a Base, antes de aprová-la, retirando todas as referências à Ideologia de Gênero. Foi explicitamente pedido ao Deputado Rodrigo Maia que paute e vote o Requerimento o mais prontamente possível.
O discurso do Deputado Rodrigo Maia e a entrega do Requerimento podem ser vistos neste vídeo:
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2. VERSÃO PRELIMINAR DE UM ESTUDO DA ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS PELA DIVERSIDADE.
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Juntamente com o Requerimento, foi entregue pelo Deputado Diego Garcia ao Deputado Rodrigo Maia, a versão preliminar de um documento preparado pela Associação de Médicos pela Diversidade, ali representados pela Dra. Carla Dorgam, com uma ampla exposição da ausência de fundamentação científica dos principais pressupostos da Ideologia de Gênero.
O estudo elaborado pela Associação de Médicos pela Diversidade pode ser examinado neste outro endereço:
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3. APRESENTAÇÃO DA DRA. CARLA DORGAM.
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Mais adiante, na mesma Sessão, a Dra. Carla Dorgam tomou a palavra e explicou o conteúdo da versão preliminar do estudo da AMD. A fala pode ser vista neste endereço:
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4. POSSE DO DEPUTADO DIEGO GARCIA NA PRESIDÊNCIA DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA.
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Em seguida o Deputado Diego Garcia assumiu a presidência da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família e se comprometeu, em nome da maioria dos membros do Congresso, não só a retirar completamente a Ideologia de Genero da BNCC, como também a não mais permitir que esta Ideologia avance na legislação nacional.
Veja o discurso de posse do Deputado Diego neste endereço:
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5. APRESENTADO NO SENADO O PLS 400/2017, PARA IMPEDIR A APROVAÇÃO DA BNCC SEM QUE A BASE SEJA VOTADA NO CONGRESSO.
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Além destes fatos ocorridos na câmara, no Senado o Senador Ricardo Ferraço, do Estado do Espírito Santo, apresentou esta semana um novo projeto de lei, semelhante ao PL 4486/2016 do deputado Rogério Marinho, mas que irá tramitar a partir do Senado, que também exige que a Base Nacional Comum Curricular não seja aprovada sem antes ser votada pelo Congresso Nacional.
Trata-se do PLS 400/2017, de autoria do próprio Senador Ricardo Ferraço. A tramitação pode ser consultada no site do Senado:
Na justificativa do projeto o Senador argumenta que "O procedimento adotado para elaboração da BNCC não contempla os atores importantes de forma completa. Concebida no âmbito do Conselho Nacional de Educação, a Base é enviada ao MEC, que decide pela sua implementação.
É temerário que somente o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Educação (CNE) sejam os responsáveis pela elaboração e aprovação da base.
O processo em si mesmo já é condenável. Valoração tão importante para o futuro da nação deve ser amparada num processo democrático pelos poderes executivo, legislativo e comunidade educacional.
A sociedade precisa opinar, o Executivo deve elaborar e o Congresso Nacional, representante legitimado pelo voto popular, decidir, em última instancia, a revisão ou a aprovação do documento que poderá mudar a vida escolar de mais de 50 (cinquenta) milhões de estudantes matriculados no ensino básico das redes estaduais, municipais e privadas do Brasil".
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6. CONCLUSÃO
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Todo o trabalho, todo o estudo e todo o empenho metódico que tantas pessoas estão realizando para levar a público conhecimento a realidade e as causas do que se esconde por detrás da Ideologia de Gênero e da BNCC, e como estas realidades são aspectos dentro de um empreendimento mais amplo de construção de uma Cultura da Morte produzem frutos, como não poderia deixar de ser. Parabéns a todos os brasileiros que estão ajudando a promover o bem.

domingo, 27 de agosto de 2017

A TOMADA DO BRASIL

Título original: A TOMADA DO BRASIL pelos maus brasileiros
Autor: Percival Puggina
Editora: Concreta
Assunto: Política
Edição:
Ano: 2015
Páginas: 290

Sinopse: PARA CONSTRUIR uma sociedade de verdade, livre e próspera, pilares morais são fundamentais. No caso, a moralidade presente na tradição cristã ocidental seria a resposta contra tanta subversão de valores, que hoje assola nosso país, tendo no PT seu maior sintoma. É esta a principal mensagem deste excelente livro de Percival Puggina, com olhar sempre arguto e coragem para remar contra a maré vermelha e colocar o dedo na ferida.Rodrigo Constantino

Em seu novo livro, Percival Puggina apresenta seus artigos escritos entre 2011 e 2015 - em um dos períodos de maiores turbulências da democracia brasileira. Atualizados e organizados por temas, os textos oferecem uma visão sobre os problemas nacionais de uma forma tão distante do padrão jornalístico atual quanto próxima da percepção do povo brasileiro.

A tomada do Brasil pelos maus brasileiros - Crônicas à margem da história contemporânea reúne os últimos cinco anos de escritos de um dos pensadores mais originais e tenazes da jovem e cambaleante democracia brasileira. Da revolução cultural ao desarmamento civil, das decisões do STF à Comissão da Verdade, de Marx a Lula, passando por Foro de São Paulo, Partido dos Trabalhadores e Teologia da Libertação, nada escapa a Percival Puggina.

As causas e origens de nossos problemas são complexas, mas a situação se tem agravado graças à ação dos maus brasileiros, que soem transitar pela via esquerda de nossa História. E os textos que compõem este livro estão organizados de modo a oferecer explicações sobre esse processo. São comentários atuais e certeiros, crônicas inseridas em contextos específicos, mas que, articuladas como se apresentam, descrevem com precisão os porquês da penúria brasileira. E ainda apontam como podemos reagir e ressurgir.

Comentário: Os trabalhadores de todo o mundo não se uniram. As idéias abstratas de Karl Marx (e de seu financiador, Frederich Engels) não encontraram ressonância na vida real. Ao contrário do socialismo, aquilo que Marx chamou de capitalismo não é uma ideologia, mas o resultado de uma relação própria dos seres humanos: a relação de trocas. Da mesma forma, não encontra amparo na realidade aquilo que Marx chamou de “moral burguesa”, da qual, segundo a fábula Manifesto do Partido Comunista, os trabalhadores de todo o mundo viriam a querer libertar-se, por ser artificialmente construída e imposta por quem detém os meios de produção. Chamado de “conservadorismo”, esse conjunto de “regras” também não é um ideário (como o é o socialismo), mas uma percepção acurada do mundo real, do que deu certo e do que deu errado ao longo da História, com a base de uma moralidade sempiterna, de um Direito Natural fundado na Verdade com “v” maiúsculo. Esse eixo certo e errado, fundador daquilo a que se chama conservadorismo, foi percebido em diferentes civilizações, em distintas regiões da Terra e em diversos momentos da História – e constitui o muro de contenção dos devaneios ideológicos.Mateus Colombo Mendes.

Sobre o autor: O autor deste livro se define como um conservador de tudo que a experiência dos povos demonstrou ser necessário conservar e, simultaneamente, como um vigoroso defensor do exercício responsável das liberdades. É um cronista cotidiano e do cotidiano, palestrante polemista, que faz do hábito de escrever e falar sua forma de dizer “Presente!” ao desenrolar dos fatos.

Percival Puggina é autor, também, de Crônicas contra o totalitarismoA tragédia da utopia e Pombas e gaviões

domingo, 25 de junho de 2017

ÍNDOLE MARXISTA

- A primeira coisa que você tem que aprender é que os marxistas não Possuem dilema moral, portanto são imunes a esse tipo de apelo. Dou dois exemplos:
a) As denúncias de escândalo (roubalheira) do PETROLÃO não impediram que a candidata do PT se reelegesse.
b) A condenação dos mensaleiros transformou todos eles em HERÓIS NACIONAIS. Alguém foi expulso do partido? Não.
Então, apelar para o mensalão, petrolão ou roubalhão é chover no molhado ou malhar em ferro frio.

- A segunda, é que para marxistas o conceito de BEM e MAL não existe, o que existe é a Causa Revolucionária. Explico de novo:
a) Se o fato ajuda a causa da revolução, então é um BEM;
b) Se o fato não ajuda a causa revolucionária, então é um MAL.

- A terceira, é que todo marxista é um relativista congênito. O mesmo fato pode ser BEM e MAL ao mesmo tempo ou em diferentes épocas. A época não importa. Explico novamente e dou exemplos:
a) Matar homossexuais na U.R.S.S. na época de Stalin ou em Cuba na época de Fidel é BOM porque ajuda a causa da revolução. A revolução precisa do "homem forte", "do homem de pegada" e o homossexual é fraco e "delicado".
b) Defender os homossexuais no Brasil é um bem à causa revolucionária porque ajuda a DESTRUIR A FAMÍLIA e reforça o conceito de luta de classes.

Então, fatos antagônicos, MATAR ou DEFENDER, passa ser igualmente BOM porque favorece a causa da revolução marxista. O mesmo raciocínio se aplica ao MAL. Compreendeu?

Quem são os marxistas no Brasil? O PT, o PCdoB, o PSOL, o PSTU, o PPS, o PDT, o PSDB, o PHS, o PV, o NOVO, o PEN, o SD, o REDE, o PSTU, o PMB, o PPL, o PCO, o PODE, o PRTB, o PAN, o PMN, o PRP, o AVANTE, o PSD e o PR, ou seja 25 partidos dos 35 registrados no TSE.

A.O.

domingo, 21 de agosto de 2016

O TERRORISMO INTELECTUAL de 1945 aos nossos dias

Título original: Le terrorisme intellectuel
Autor: Jean Sévillia
Tradução: Regina Bracco
Editora: Peixoto Neto
Assunto: Sociologia
Edição: 1ª
Ano: 2010
Páginas: 250


Sinopse: Este livro trata do discurso de autovitimização assumido desde o início por intelectuais com a idéia de que toda a sociedade pode ser remodelada pela ação política, de que todo o passado e o presente devam ser julgados com base em um futuro hipotético. A ação desse grupo ao longo das últimas décadas, seus métodos e o seu domínio quase absoluto da cena intelectual francesa é o que Jean Sévillia denomina 'terrorismo intelectual'.
A França, dizem, é o país da liberdade. No campo das idéias, resta demonstrar. Tudo se passa como se um pequeno grupo privilegiado fosse o guardião das chaves da verdade. E os que contestam esse monopólio são vítimas de uma censura insidiosa, que os reduz ao silêncio. Na cena política, cultural e dos meios de comunicação, esse terrorismo intelectual é exercido há mais de cinqüenta anos.
Em 1950, as elites exaltavam o paraíso soviético e louvavam os feitos de Stálin. Em 1960, asseguravam que a descolonização garantiria o bem-estar dos povos de além-mar. Em 1965, aderiram às ações de Fidel Castro, Ho Chi Minh ou Mao. Em maio de 1968, sonhavam com o indivíduo liberto dos grilhões das restrições sociais. Em 1975, saudavam a vitória dos comunistas na Indochina, Em 1981, acreditavam que estavam saindo das trevas para finalmente ver a luz. Em 1985, proclamavam que cabia à França acolher os deserdados do mundo inteiro. Nos anos de 1990, a ideologia esquerdista e o ultraliberalismo se uniam para afirmar que nações, famílias e religiões eram instituições que pertenciam ao passado.
Ao longo de mais de cinqüenta anos, todos os que resistiram a essas posições foram vítimas do terrorismo intelectual. Mesmo que a razão estivesse do seu lado, eram tratados como reacionários, fascistas, capitalistas, imperialistas, colonialistas, racistas, xenófobos, obscurantistas ou moralistas.
Durante toda a segunda metade do século XX e início deste século, nenhuma intelectualidade exerceu tanta influência quanto a francesa. Aragon, Sartre, Beauvoir, Foucault, Althusser, Deleuze, Derrida, Barthes, Lacan e inúmeros outros influenciaram as redações de todos os jornais, moldaram os atuais currículos das ciências humanas em todas as universidades do mundo, deram o tom nas discussões e militância políticas e deixaram milhares de admiradores e seguidores. Em suma, influenciaram definitivamente o modo como as classes letradas de todo o mundo enxergam a realidade. Nessas seis décadas, nenhum outro grupo pareceu tão insatisfeito com a sua própria cultura, com as tradições de seu país ou do Ocidente ou com o modo de vida, organização política e econômica ocidentais. Nenhum outro grupo deplorou tanto as mazelas do passado e do presente e lutou tanto por uma revolução que criasse um mundo melhor, mais livre e justo. E, pode parecer estranho, nenhum outro grupo apoiou tão apaixonadamente os maiores déspotas e regimes totalitários surgidos após a Segunda Guerra, tal qual já o fizera grande parte da intelectualidade alemã em relação a Hitler e seu partido nacional-socialista. Stalin, Mao Tsé-tung, Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro e seus respectivos regimes foram todos saudados como redentores e instauradores de uma nova ordem de justiça e liberdade. Quem quer que se opusesse às opiniões dessa intelectualidade era imediatamente rotulado de reacionário, imperialista, capitalista ou obscurantista e reduzido ao silêncio. Hoje, o discurso de autovitimização assumido desde o início por esses intelectuais, a idéia de que toda a sociedade pode ser remodelada pela ação política, de que todo o passado e o presente devam ser julgados com base em um futuro hipotético, é a forma de pensar dominante no mundo moderno.

EXCERTOS DA OBRA:
"O objetivo da educação comunista é a eliminação de qualquer traço de individualidade. O culto rendido aos chefes [veja o caso Lula na questão Lava-Jato] demonstra como seus partidários abdicaram de toda reflexão crítica".

"Um militante não pensa por si mesmo, o Partido é que se expressa por meio dele".

"Para dar consistência ao sempre presente perigo fascista, é preciso inventar fascistas. Portanto, aquele que atravessa o caminho do comunismo é um fascista presumido ou declarado".

"Fascismo" não corresponde mais a um conteúdo objetivo. Não só é um insulto, mas também uma arma para desqualificar o adversário".


Sobre o autor:  Jean Sévillia (1952-) é redator-chefe adjunto de Le Figaro Magazine. Já publicou vários livros: as biografias Le chouan du Tyrol, Andreas Hofer contre Napoleón (1991) e Zita, impératrice courage (1997); Historiquement correct. Pour en finir avec le passé unique (2003) ; Quand les catholiques étaient hors-la-loi (2005); Moralement correct (2007 e diversos outros livros em co-autoria.